Rio de Janeiro, 01/08/2010 | 22:16
Uma nova pesquisa da Reuters conduzida pela Ipsos em 23 países (representando 75% do PIB mundial) e lançada hoje, no Dia Internacional da Mulher, indica que três quartos (74%) dos adultos entrevistados não concordam com a afirmação de que “o lugar de uma mulher é em casa”. Já os outros 26% dos mais de 24 mil entrevistados (mais de mil por país) concordam com esta afirmação.
Os países onde os cidadãos estão mais inclinados a discordar que “o lugar de uma mulher é em casa” são Argentina (9%), França (9%), México (9%), Suécia (10%) e Brasil (10%). Já os países onde as pessoas estão mais inclinadas a concordar com esta afirmação são Índia (54%), Turquia (52%), Japão (48%), China (34%), Rússia (34%), Hungria (34%) e Coreia do Sul (33%).
A lista abaixo começa com os países onde os cidadãos estão mais inclinados a concordar que “o lugar de uma mulher é em casa”, e continua ate aqueles onde as pessoas estão menos inclinadas a concordar com esta afirmação.
Índia 54% concordam /46% discordam
Turquia 52% concordam /48% discordam
Japão 48% concordam /52% discordam
China 34% concordam /66% discordam
Rússia 34% concordam /66% discordam
Hungria 34% concordam /66% discordam
Coreia do Sul 33% concordam /67% discordam
Rep.Tcheca 28% concordam /72% discordam
Austrália 25% concordam /75% discordam
EUA 25% concordam /75% discordam
Grã-Bretanha 22% concordam /78% discordam
Holanda 20% concordam /80% discordam
Canadá 20% concordam /80% discordam
Itália 19% concordam /81% discordam
Polônia 18% concordam /82% discordam
Bélgica 16% concordam /84% discordam
Alemanha 14% concordam /86% discordam
Espanha 12% concordam /88% discordam
Brasil 10% concordam /90% discordam
Suécia 10% concordam /90% discordam
México 9% concordam /91% discordam
França 9% concordam /91% discordam
Argentina 9% concordam /91% discordam
Com informações da Ipsos