Rio de Janeiro, 07/02/2012 | 15:08
Por Patricia Moura
Depoimento pessoal, intransferível e não remunerado.
Em março deste ano, combinei uma viagem para São Paulo com um amigo e comprei as passagens em meu cartão de crédito. O amigo em questão recebeu uma proposta de freela e, dias antes da viagem, pediu que cancelasse a compra das passagens. Daí começou meu problema com a companhia laranjinha (não vou falar o nome, pois nesse cenário de censura em blogs, está perigoso).
Liguei pra companhia laranjinha, esperneei com a companhia laranjinha, recebi uma série de informações desencontradas das atendentes laranjinhas e tive que pagar as passagens em quatro parcelas no cartão como se tivesse viajado até conseguir um estorno. O tempo passou e passei a avaliar as companhias aéreas de outras cores como opções.
Semana passada, resolvi comprar um vôo novamente para São Paulo e, desta vez, a companhia escolhida foi a azulzinha. Na pressa para realizar a compra, digitei meu e-mail de contato com uma letra errada e não recebi a confirmação de compra. Ao tentar comprar o vôo de volta, ontem, o site deu erro e eu temia que houvesse feito a mesma compra com duplicidade.
Resolvi apelar para as mídias sociais e entrei em contato com a companhia azulzinha via twitter. Meu contato foi despretensioso, pois, como trabalho na área e conheço os bastidores das Mídias Sociais, sei que em geral a agência que opera o perfil não tem informações cadastrais do usuário do cliente.
E não é que, para minha surpresa, o perfil da companhia azulzinha solucionou meus problemas em menos de 5min, via direct message e sem nenhuma burocracia?!
Não sei quem é a agência ou quem opera o perfil, mas fico extremamente realizada quando vejo cases de relacionamento em mídias sociais como esse. Fica como exemplo.
Detalhe: a laranjinha nem ligou pros meus esbregues no Twitter.