Rio de Janeiro, 01/08/2010 | 22:13
O último painel do MaxiMídia 2009 foi do italiano Francesco Morace, presidente do instituto Future Concept Lab, que acredita que as tendências globais de comportamento combinam com o jeito do Brasil e que o país tem grandes chances de se tornar protagonista.
As debatedoras Gal Barradas, da TV1, Mônica Carvalho, da DM9DDB, e Cristina Paslar, da Mastercard, discutiram as transformações e adaptações necessárias para a comunicação das marcas com a abundância de informações a disposição dos consumidores nos dias de hoje. Mônica comparou a um jogo um fliperama onde a bola pequena bate na marca, volta no consumidor, vai para outra marca e nãpo para de quicar.
O consultor Stephen Kanitz - autor do site O Brasil que dá Certo - abriu o último dia do MaxiMídia 2009 e lembrou que acertou na previsão feita no MaxiMídia do ano passado, quando disse que a crise não era o que se imaginava e lamentou a influência de um pessimismo que, segundo ele, modificou o planejamento de mídia de algumas marcas que não queriam se vincular às más notícias.
Kanitz acredita que os 10 próximos anos serão os melhores para o Brasil e que, em particular, este último trimestre do ano e o primeiro de 2010 serão "sensacionais".
Com informações de Paula Ganem
Maxi Anselmo, sócio da Santo Buenos Aires, André Laurentino, vice-presidente de criação da Lew´Lara\TBWA, e Sérgio Valente, presidente da DM9DDB, moderados por Roberto Justus, CEO do Grupo Newcomm e presidente da Y&R, abriram o MaxiMídia 2009 debatendo o tema "O valor da ideia num mundo enlouquecido pela concorrência".
O MaxiMídia representa a grande vitrine da indústria da comunicação em todo o Brasil. Reunindo no mesmo evento um Fórum Internacional de Marketing e Comunicação, uma grande feira de negócios e relacionamentos e um valorizado Prêmio de Criatividade em Mídia, o MaxiMídia é hoje o maior evento do setor em toda a América Latina, transmitido ao vivo, via satélite, para mais de 20 cidades em todo o Brasil.